A VIDA
Em
A LIÇÕES IMPERECÍVEIS
(Um relicário, em esclarecimentos de grande alcance)
                                                                              Tema:  Amor Crístico
Janeiro 2015
                   Fonte: Mentor espiritual Ramatis
                        Estudos:  de  Geraldo Aragão de Farias

Amor  Crístico: Denominação Sideral de Alcance Transcendente
O amor Crístico é universal e tem origem na chama criadora: Deus. E, na esfera terrestre, traduz-se nos ensinamentos legados à humanidade pelo sublime Jesus.
É a denominação Sideral do Amor livre de quaisquer amarras, religiões, aspectos doutrinários e destituídos de interesses particularistas ou de grupos. Aquele que se torna crístico ama a todos. É solidário, fraterno e respeita os caminhos que cada um escolher por fidelidade às variáveis individuais de seu caráter de base no uso de seu livre-arbítrio.
Jesus, o Cristo planetário, aquele que desceu de seu habitat de luzes resplandecentes na esfera mais sutil de nossa galáxia para ensinar amor à humanidade, em nenhum momento foi separatista, fundou igrejas ou instituiu sacerdócio. Ele esclareceu sobre as antigas crenças e ensinou as verdades divinas que transformariam o mundo, de maneira simples, pelo exemplo e por seus atos, sem os ritualismos que são verdadeiras amarras ao sentimento de religiosidade do  espírito humano.
Em nossos dias, a sua mensagem está, ainda, embolorada pelo excessivo dogmatismo, espécie de ritualismo que destorce a espontaneidade do amor.
Muito embora, já tenha se passado dois milênios e o homem tenha evoluído no plano das ciências e do intelecto, ainda permanece nos postulados das inumeráveis religiões o patrulhamento baseado em tudo que dizem os seus líderes. São, na verdade, reminiscências no inconsciente, frutos de muitos séculos ou milênios de imposição dogmática.
Jesus valorizou as obras e as realizações de cada cidadão de sua época, com respeito ao uso do livre-arbítrio, segundo o nível de consciência e o grau de evolução já alcançado.
Jesus mostrou, pelo seu exemplo, os deveres do homem como co-participante no processo de evolução de todos os “seres”, nos diferentes planos de manifestação da vida nos reinos da natureza planetária. Desde o mineral que, ao romper-se, restaura-se a si mesmo, passando pela flora e a fauna, na sutileza do delicado beija-flor em voo no roseiral. 
A sua obra missionária caracterizou-se pelos exemplos traduzidos em suas realizações e nunca adstrito aos templos. Sempre no campo, no meio e com o povo, sujeito às intempéries da natureza. O seu templo era o cosmo, o universo. A abóbada celeste era o seu teto como sustentáculo. A sua cátedra eram as elevações montanhosas e o seu altar era o seu amor incondicional que nutria por todos na sua passagem.
Jesus nada exigiu para se alcançar a perfeição ou “salvação”. Ensinou que o único sacrifício ao qual o homem estaria sujeito era livrar-se do orgulho, da vaidade, das paixões e dos condicionamentos viciosos, pela reforma íntima do espírito.
Ele respeitava as Leis vigentes, os poderes constituídos e os hábitos e costumes da época. Participava, como irmão fraterno, de todas as formas de cerimônias, mas, como terapeuta Sidério e médico de almas, não receitava nada como essencial para a perfeição e evolução do espírito, a não ser, a sua modificação no plano moral, ético e de ajuste de sentimentos.
Ser crístico – o que vem a ser “ser crístico”? O homem crístico ama desinteressadamente, eleva-se pelo amor, caminha em igualdade e convive em clima de fraternidade entre os seus semelhantes.
É comprometido com a verdade e tem Deus interiorizado por conquista pessoal e mérito de suas próprias obras e realizações edificantes. 

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Gosto da beira do abismo, sento, e o vejo mais próximo, quando o sinto distante, corro para ele a passos largos, demonstrando assim minha insanidade muitas vezes. Se não o faço, sinto me morta por dentro, a espera da maneira que minha alma sobrevive, na pulsação mais forte que um coração possa suportar. Não sei viver se não for na intensidade da pele, no suor da vida. Não pertenço ao grupo dos que calam por tudo, não definitivamente não pertenço, sou o recomeço sempre, sou dor aguda, felicidade extrema, sou suor, lágrimas fáceis, sou mulher com alma. Angela Manzotti

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