Mostrando postagens com marcador Martha Medeiros. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Martha Medeiros. Mostrar todas as postagens
16 de julho de 2013
Sou fã de Martha Medeiros incondicionalmente, porque absorvo todos os seus livros com gosto, escreve fácil, escreve a vida, como no pequeno texto abaixo...


Quem se apaixonou por um falsário, tem que desconstruí-lo para se desapaixonar. 
É um sufoco. Exige que você reconheça que foi seduzido por uma fantasia, que você é capaz de se deixar confundir, que o seu desejo de amar é mais forte do que sua astúcia. 
Significa encarar que alguém por quem você dedicou um sentimento nobre e verdadeiro não chegou a existir, tudo não passou de uma representação – e olha, talvez até não tenha sido por mal, pode ser que esta pessoa nem conheça a si mesma, por isso ela se inventa.
Martha medeiros

Difícil a mulher que não tenha se apaixonado por uma invenção de si próprio feito por alguém, ou queríamos tanto alguém que se encaixe em nós, que inventamos sem perceber.
5 de maio de 2012
 Um cappuccino quentinho, leitura que adoro, e vou longe...esqueci da vida na cafeteria hoje.

As Pontes de Madison não trata da morte, pelo menos não deste tipo, consideradas trágicas por serem decididas pelo destino. A morte das Pontes  de Madison é mais cruel: é a morte que nos auto-impomos para sobreviver num mundo onde as regras sociais são mais importantes do que nossos instintos naturais.
A história do filme para quem não sabe, é de uma mulher de meia-idade, casada e com dois filhos adolescentes, que conhece um homem e vive com ele um romance durante quatro dias enquanto sua familia esta fora da cidade.
Nestes quatro dias ela redescobre em si valores e sentimentos que haviam sido abafados por anos e anos de um casamento morno e rotineiro. Qualquer semelhança com a vida real não é mera coincidência.
Em um dos muitos diálogos entre Clint Eastwood e Mery Streep, protagonistas do filme, aparece uma frase que Woody Allen já havia usado em Crimes e pecados: "A gente é soma das nossas decisões".
Nada é mais verdadeiro: todos nós somos frutos de nossas escolhas, e muitas vezes nos tornamos vitima delas. Uma mulher que se casa aos 20 anos, abandonando a profissão e dedicando-se unicamente à família, não fez uma escolha errada. Naquele momento da sua vida, era o que ela queria para sí. Mas o tempo não pára. Esta mesma mulher cresce e vê seus antigos sonhos darem lugar a novos desejos.
Seria simples se fosse apenas uma questão de acumular atividades, realizações, vivências, mas geralmente é preciso abrir mão de uma coisa em função de outra, e é aí que é preciso escolher quem, entre todas as mulheres que somos, será sacrificada.
Ninguém é 100% maternal, ou 100% aventureira ou 100% executiva.
No entanto muitas pessoas, escolhem um único papel para exercer na vida, anulando todas as outras possibilidades. Fazem isso, porque não acreditam na sua capacidade de administrar muitos "eus" dentro de si, optando por dedicar-se a um só, como se ele pudesse resistir sozinho a tantos apelos externos.
Francesca, a personagem de Meryl Streep, era mãe de forno e fogão em tempo integral, até que encontrou um homem que conseguiu enxergá-la além do estereótipo, despertando nela outra Francesca que gostava de dançar, que sentia falta de lecionar, que desejava conhecer lugares exóticos. Cabe a ela,no final do filme, decidir qual Francesca que deve sobreviver: a dona-de-casa convencional ou a mulher que quer sair mundo afora em busca de si mesma
Todos os dias passamos por esta provação, mas se desde cedo nos acostumarmos com a presença de nossas outras personalidades, sem tentar mascará-las, as escolhas serão feitas com menos trauma.
Chama-se a isso, amadurecimento. Dói, por isso choramos.

Seguidores

Quem sou eu

Quem sou eu
Gosto da beira do abismo, sento, e o vejo mais próximo, quando o sinto distante, corro para ele a passos largos, demonstrando assim minha insanidade muitas vezes. Se não o faço, sinto me morta por dentro, a espera da maneira que minha alma sobrevive, na pulsação mais forte que um coração possa suportar. Não sei viver se não for na intensidade da pele, no suor da vida. Não pertenço ao grupo dos que calam por tudo, não definitivamente não pertenço, sou o recomeço sempre, sou dor aguda, felicidade extrema, sou suor, lágrimas fáceis, sou mulher com alma. Angela Manzotti

Clubinho

OMundoDeCaliope

Formulário de contato

Nome

E-mail *

Mensagem *

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

CocoPPa

CocoPPa
Para Apps baixe no se android

No seu android

No seu android

Postagens populares

Contato

Contato
blogandoporai@yahoo.com.br

Participando

Verdades

Verdades
Como culpar o vento pela desordem feita se fui eu que esqueci a janela aberta?

Tempo

Tempo
"Moça tola, para de desperdiçar flores, brincando e sentido as dores, do bem me quer ou mal me quer. As ações dele já te responderam, você só não compreendeu, porque finge ser incapaz, toma uma dose de amor próprio, e deixa o jardim em paz."

Assim

Assim
“Fui abençoada com um coração meiguíssimo e em contrapartida com um pavio bem curto. Exatamente igual a um vidro: se me jogar no chão, eu quebro... mas se me pisar, te corto”

Saudade

Saudade
"E liga de madrugada, escuta aquela voz, coração dispara e você não fala nada. Sim. Sintomas de saudade.

Verdade...

Verdade...

Total de visualizações de página

Minha lista de blogs

Tecnologia do Blogger.