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17 de abril de 2013
Quando nos apaixonamos o frio na barriga é a primeira sensação, e junto vem a perda da razão, da fome e do sono, sejamos correspondidos ou não, o tempo passa e tudo volta ao normal, como se o corpo recobrasse a razão e se sente pronto para o próximo estágio, esse mais tranquilo, o certo é que deveria voltar, mas há aqueles que não conseguem passar essa etapa e ficam viciadas nessa adrenalina, se este é seu caso atenção, hoje este estado já tem nome limerância que consiste a paixão levada ao extremo, Não é mais quando você tem o desejo, mas quando o desejo tem têm.
Você fica escravo, perde o controle, essa insistência de perseguir incansavelmente um sentido de felicidade que não existe, é querer o resgate de algo que não existe mais, é projetar no outro o que queremos que ele seja, para nos sentirmos o mais pleno possível.

Não adianta apagar o perfil dele do seu facebook, o número do seu celular, até mesmo engatar um novo relacionamento para esquecer, quando seu dia não começa até chegar uma mensagem de celular nem que seja com um simples oi, mesmo que ele não te queira mais, que tenha deixado isso bem claro, e mesmo assim você continua fazendo planos para o futuro, tendo ele como personagem principal, ou estando com ele aceitando tudo que ele impõe mesmo sendo absurdos de se acreditar, somente pelo fato de você imaginar que sua vida sem ele seja desesperador...

acredite quem sofre de limerância tem pontadas no peito e falta de ar, dormir é uma raridade, e a cura só é obtida com muita terapia e até com baixas doses de antidepressivos.
Se você se vê nesta situação, e olha que tem um número grande de pessoas sofrendo com isso, procure ajude, isso nada tem a ver com baixa estima, ou falta de amor próprio, você esta doente de amor.
Por isso não concordo com Cazuza e não "Adoro um amor inventado".




5 de outubro de 2012

Movimento Outubro Rosa ilumina Santos em prol do Câncer de Mama
Durante os próximos 30 dias, Santos e outras cidades do mundo estarão iluminadas de rosa. 
Tudo por conta do Movimento Outubro Rosa, que visa chamar a atenção das mulheres para a importância do diagnóstico precoce do câncer de mama. 
Durante todo o mês, vários eventos vão acontecer com oficinas, mutirão de serviços, e atividades culturais gratuitas para a comunidade. 
O Fundo Social de Solidariedade está recebendo fraldas descartáveis, infantil e geriátrica, em troca de um kit com boné e camiseta, referentes ao tema da campanha.

No dia 14 acontecerá a Caminhada Outubro Rosa. 
Com saída marcada para às 9 horas, o evento seguirá da Fonte do Sapo, na Aparecida, até o Aquário Municipal, na Ponta da Praia. 
Ao final da caminhada serão oferecidos alguns serviços gratuitos à população. 
Porém, para participar será necessário retirar camiseta e boné da campanha no Miramar Centro de Compras, no Boqueirão, entre os dias 9,10 e 11.

No dia 19, o Neo Mama organizará uma palestra sobre o câncer de mama, na Associação Médica de Santos. 
O evento será às 14 horas e contará com a participação de um mastologista, um oncologista clínico e um radioterapeuta. As inscrições são gratuitas e podem ser feitos no próprio Instituto ou por meio do telefone 3223-5588.

 O movimento, que dura o mês inteiro, busca alertar sobre os riscos e a necessidade de diagnóstico precoce deste tipo de câncer, que é o segundo mais recorrente no mundo, perdendo apenas para o de pele.

Não há segredo, basta fazer o auto exame e sentindo qualquer coisa de diferente procure seu médico o mais rápido possível. É uma doença silenciosa e que mata.

20 de setembro de 2012

A vida está cheia de surpresas! Parece mesmo que estamos diariamente numa montanha russa, onde depois de uma subida estrondosa, nos deparámos com uma descida arrebatadora! E são estes altos e baixos, que nos ajudam a perceber melhor tudo aquilo que nos rodeia, que nos ensinam como lidar com acontecimentos e pessoas!
Mas o melhor é saber que existem pessoas que estão sempre lá, quer nas subidas, quer nas descidas...
ah pois é! E já que vamos a descer, mais vale tentar levantar os braços!
5 de maio de 2012
 Um cappuccino quentinho, leitura que adoro, e vou longe...esqueci da vida na cafeteria hoje.

As Pontes de Madison não trata da morte, pelo menos não deste tipo, consideradas trágicas por serem decididas pelo destino. A morte das Pontes  de Madison é mais cruel: é a morte que nos auto-impomos para sobreviver num mundo onde as regras sociais são mais importantes do que nossos instintos naturais.
A história do filme para quem não sabe, é de uma mulher de meia-idade, casada e com dois filhos adolescentes, que conhece um homem e vive com ele um romance durante quatro dias enquanto sua familia esta fora da cidade.
Nestes quatro dias ela redescobre em si valores e sentimentos que haviam sido abafados por anos e anos de um casamento morno e rotineiro. Qualquer semelhança com a vida real não é mera coincidência.
Em um dos muitos diálogos entre Clint Eastwood e Mery Streep, protagonistas do filme, aparece uma frase que Woody Allen já havia usado em Crimes e pecados: "A gente é soma das nossas decisões".
Nada é mais verdadeiro: todos nós somos frutos de nossas escolhas, e muitas vezes nos tornamos vitima delas. Uma mulher que se casa aos 20 anos, abandonando a profissão e dedicando-se unicamente à família, não fez uma escolha errada. Naquele momento da sua vida, era o que ela queria para sí. Mas o tempo não pára. Esta mesma mulher cresce e vê seus antigos sonhos darem lugar a novos desejos.
Seria simples se fosse apenas uma questão de acumular atividades, realizações, vivências, mas geralmente é preciso abrir mão de uma coisa em função de outra, e é aí que é preciso escolher quem, entre todas as mulheres que somos, será sacrificada.
Ninguém é 100% maternal, ou 100% aventureira ou 100% executiva.
No entanto muitas pessoas, escolhem um único papel para exercer na vida, anulando todas as outras possibilidades. Fazem isso, porque não acreditam na sua capacidade de administrar muitos "eus" dentro de si, optando por dedicar-se a um só, como se ele pudesse resistir sozinho a tantos apelos externos.
Francesca, a personagem de Meryl Streep, era mãe de forno e fogão em tempo integral, até que encontrou um homem que conseguiu enxergá-la além do estereótipo, despertando nela outra Francesca que gostava de dançar, que sentia falta de lecionar, que desejava conhecer lugares exóticos. Cabe a ela,no final do filme, decidir qual Francesca que deve sobreviver: a dona-de-casa convencional ou a mulher que quer sair mundo afora em busca de si mesma
Todos os dias passamos por esta provação, mas se desde cedo nos acostumarmos com a presença de nossas outras personalidades, sem tentar mascará-las, as escolhas serão feitas com menos trauma.
Chama-se a isso, amadurecimento. Dói, por isso choramos.

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Gosto da beira do abismo, sento, e o vejo mais próximo, quando o sinto distante, corro para ele a passos largos, demonstrando assim minha insanidade muitas vezes. Se não o faço, sinto me morta por dentro, a espera da maneira que minha alma sobrevive, na pulsação mais forte que um coração possa suportar. Não sei viver se não for na intensidade da pele, no suor da vida. Não pertenço ao grupo dos que calam por tudo, não definitivamente não pertenço, sou o recomeço sempre, sou dor aguda, felicidade extrema, sou suor, lágrimas fáceis, sou mulher com alma. Angela Manzotti

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“Fui abençoada com um coração meiguíssimo e em contrapartida com um pavio bem curto. Exatamente igual a um vidro: se me jogar no chão, eu quebro... mas se me pisar, te corto”

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