17 de abril de 2013
Quando nos apaixonamos o frio na barriga é a primeira sensação, e junto vem a perda da razão, da fome e do sono, sejamos correspondidos ou não, o tempo passa e tudo volta ao normal, como se o corpo recobrasse a razão e se sente pronto para o próximo estágio, esse mais tranquilo, o certo é que deveria voltar, mas há aqueles que não conseguem passar essa etapa e ficam viciadas nessa adrenalina, se este é seu caso atenção, hoje este estado já tem nome limerância que consiste a paixão levada ao extremo, Não é mais quando você tem o desejo, mas quando o desejo tem têm.
Você fica escravo, perde o controle, essa insistência de perseguir incansavelmente um sentido de felicidade que não existe, é querer o resgate de algo que não existe mais, é projetar no outro o que queremos que ele seja, para nos sentirmos o mais pleno possível.

Não adianta apagar o perfil dele do seu facebook, o número do seu celular, até mesmo engatar um novo relacionamento para esquecer, quando seu dia não começa até chegar uma mensagem de celular nem que seja com um simples oi, mesmo que ele não te queira mais, que tenha deixado isso bem claro, e mesmo assim você continua fazendo planos para o futuro, tendo ele como personagem principal, ou estando com ele aceitando tudo que ele impõe mesmo sendo absurdos de se acreditar, somente pelo fato de você imaginar que sua vida sem ele seja desesperador...

acredite quem sofre de limerância tem pontadas no peito e falta de ar, dormir é uma raridade, e a cura só é obtida com muita terapia e até com baixas doses de antidepressivos.
Se você se vê nesta situação, e olha que tem um número grande de pessoas sofrendo com isso, procure ajude, isso nada tem a ver com baixa estima, ou falta de amor próprio, você esta doente de amor.
Por isso não concordo com Cazuza e não "Adoro um amor inventado".




9 comentários:

Só em Palavras disse...

Angela,
passei por momentos de muitas atividades.Um amigo em comum,
indicou que passasse em um d emeus blogs e gentilmente você o fez. Porém não lhe dei a atenção necessária.
Peço desculpas e
digo que foi mesmo um momento confuso. Talvez eu estivesse como diz seu texto: apaixonada e misturando .
Se puder me desculpar e recomeçarmos seria um presente pra mim.
Leio seu blog sempre ja faz bastante tempo,apenas
não comentava.
Esse blog Só em Palavras é novo e ja é um livro em papel que esta a venda via correio.
Sou poeta confessa e
Nessa transição que que passei me tornei editora não somente para lançar meus livros,
ms especialmente para baratear os custos para novos autores. Estou no meu oitavo livro e até o terceiro fui quase que enganada pagando caro por livros sem qualidade. Hoje ja produzo quatro autores, inclusive um em Portugal que teve o livro lançado na feira de Barcelos e a edição esgotada no mesmo dia do lançamento.
Desculpe esse falatório escrito.
Mas é necessário para que aceite minhas desculpas.
Lindo domingo e não falemos o nome do amigo que temos em comum, mas brindemos a ele que é praticamente imortal.
bjins entre sonhos e delírios
Catiaho Reflexo d'Alma

Pedro Luis López Pérez disse...

Muy buena Entrada refiriéndose a esta dolencia tan actual como es la de la pasión limerância llevada al Extremo.
Un abrazo.

Luís Coelho disse...

Podem chamar-lhe muitos nomes mas este de limerância nunca lhe ouvi chamar.
Cá por mim acho que é uma fase da vida muito poética e abrasadora.
Não é só pelo frio na barriga...são uns calores que mais parecem fogos de verão que nunca mais se apagam.

Patricia Galis disse...

Gostei muito como terminou o texto com a frase do Cazuza, excelente.

Bia Hain disse...

Angela, eu não havia parado para pensar que a roda faz parte de inúmera engrenagens, bela lembrança. Um abraço!

Mary disse...

Já me vi em algumas dessa situações, hoje não mais, quero um amor sadio.

bjos e obrigada pela sua visita no meu blog.

Te seguindo tbm.

Sensibilidade a navegar com poesias disse...

Belo Blog...parabéns...

Ives disse...

Que interessante! lindo seu blog , se me permitir estarei a seguindo, abraços

RioSul disse...

Olá amiga
Acho que é por ai mesmo, ou até mesmo um pouco pior rsrs, mas o certo que teve amor e isso basta
Um ótimo dia

Abraços,
RioSul

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Gosto da beira do abismo, sento, e o vejo mais próximo, quando o sinto distante, corro para ele a passos largos, demonstrando assim minha insanidade muitas vezes. Se não o faço, sinto me morta por dentro, a espera da maneira que minha alma sobrevive, na pulsação mais forte que um coração possa suportar. Não sei viver se não for na intensidade da pele, no suor da vida. Não pertenço ao grupo dos que calam por tudo, não definitivamente não pertenço, sou o recomeço sempre, sou dor aguda, felicidade extrema, sou suor, lágrimas fáceis, sou mulher com alma. Angela Manzotti

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